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O Nosso poder de compra exerce poder em nossa Economia

Atualizado: Jun 12

Você tem ideia da definição de dinheiro? Você sabe o que significa o conceito de Economia? Você faz uma boa gestão de recursos? E a oferta e a demanda do seu produto e/ou serviço ou ainda daquilo que você compra, como anda?


São diversos os fatores que interferem no preço de um produto no mercado. Para exemplificar isso e muito mais, começamos hoje aqui no Blog uma série chamada Glossário de Investimentos. Aqui na Herbig nós acreditamos que conhecimento é poder, e nós queremos empoderar você para tomar as melhores decisões de compra, precificação e venda.


Vamos à parte técnica:


Dinheiro é o meio usado na troca ou compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, na forma de moedas ou notas (cédulas). É emitido e controlado pelo governo de cada país, sendo o único a ter essa atribuição.


A palavra Economia, deriva do grego “aquele que administra o lar”, e ela estuda a forma que a sociedade administra seus recursos escassos (2001, Mankiw).


Todo dia você faz esse tipo de Gestão: sabe quando você analisa a quantidade de arroz, por exemplo, vendo se ela será o suficiente para semana ou ainda quando vem alguém a mais para comer e você coloca mais água no feijão? Agora pensa nisso de uma forma global.


Cada país tem que gerir seus recursos da maneira mais eficiente e igualitária. Mas, na prática, nem sempre gerimos os nossos recursos da melhor maneira. Da mesma forma, os países também não!


Termos que parecem simples e óbvios quando olhados por outra perspectiva nos ajudam a entender a importância dos pequenos (e também os grandes!) atos em relação à maneira como investimos nosso dinheiro, por exemplo.


Os recursos vêm sempre de algum lugar, a matéria prima para fabricação de alguma coisa, o alimento, e até mesmo o dinheiro. A quantidade desses produtos no Mercado (oferta) e a quantidade de pessoas querendo esses produtos (demanda), por exemplo, pode determinar o preço dele.


Vamos usar de exemplo a comida novamente: vamos até a feira, se lá possui muita gente vendendo banana, você vai andando pelas barraquinhas e só vai notando o preço baixar, porque tem muita oferta de banana. Agora vamos pensar na situação oposta, só veio uma barraquinha de banana, e tem muita gente querendo comprar, o feirante tende a subir esse preço e vender mais caro, porque tem muita demanda.


Agora vamos para a velocidade 2 na oferta e demanda: o açúcar é derivado da cana, se algo ocorre que afeta a produção da cana, o valor do açúcar tende a ser afetado também.


Vamos imaginar que por algum motivo não houve tanta produção de bois, que leva a uma menor oferta de carne. Na Velocidade 3 da oferta e demanda, o preço de um produto tende a aumentar a demanda de outro, por exemplo: o aumento do preço na carne bovina aumenta a demanda de frango, porque as pessoas buscam como alternativa se alimentar com carne branca ao invés da carne vermelha. (Neste caso eu ainda acho que a melhor substituição é não comer carne rs mas isso é o que eu, Marina, penso kkkkk)


Ainda com o exemplo da carne, podemos ter outros fatores externos que aumentam o preço. Na velocidade 4 da oferta e demanda, o valor da gasolina, por exemplo, pode ser um fator que aumenta o custo da carne: o boi sai da fazenda e vai para o frigorífico, e até chegar no açougue ou no supermercado, ele faz uma longa viagem até você, e se por algum motivo internacional e completamente externo aos custos de engorda do boi, a gasolina sobe muito, a empresa pode mexer no preço para absorver esse aumento.


O Brasil não é o único extrator de petróleo. Países como EUA, Arábia Saudita e Rússia são os principais países relacionados à essa fonte de energia. Na velocidade 5 da oferta e demanda, fatores como um furacão no Golfo do México (fatores ambientais), ou ainda tensão entre Arábia Saudita e Rússia (fatores políticos/econômicos), acidentes nas plataformas, ou até mesmo o isolamento social que estamos vivendo podem afetar tanto na demanda como oferta, e tendem a impactar o preço.


Mas o próprio mercado também tende sempre a voltar para o ponto de equilíbrio. Voltamos ao exemplo da feira, se o feirante sobe muito o preço as pessoas vão parar de comprar, e então com esse movimento o feirante tende a baixar o preço novamente.


Agora imagina o quanto nós podemos contribuir com o todo se fizermos nossa parte?


Por isso uma educação financeira é tão importante, nós passamos a descobrir como o nosso poder de compra exerce, de verdade, um poder em nossa economia!




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